segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

FAO proclama 2016 como o ano internacional dos legumes

Funiber legumes

O cultivo de legumes melhoraria a segurança alimentar e nutrição da população.

Creme de grão-de-bico, lentilhas cozidas, tacos com feijões, centenas de sabores e formas de preparar os legumes são conhecidos em todo mundo, mas seu consumo está diminuindo.
Para dar um novo impulso ao cultivo destes grãos secos, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) declarou que 2016 será o Ano Internacional dos Legumes. No próximo ano, será possível ver uma intensa campanha de difusão e atividades para incrementar mundialmente o cultivo e consumo destes grãos. Um aumento no cultivo de legumes reportaria benefícios para a nutrição da população, para o cuidado do Meio Ambiente e para a segurança alimentar.
Grãos nutritivos
Calcula-se que entre 20% e 25% do peso dos legumes corresponde a proteínas. As pessoas podem combinar os legumes com cereais para aumentar a qualidade nutritiva dos alimentos e obter proteínas completas. Grande parte da população da Índia é vegetariana e para eles o consumo de legumes é parte essencial de sua dieta.
Os legumes são ricos em minerais como ferro, magnésio, fósforo e zinco, em vitaminas do grupo B, em fibras e possuem compostos bioativos que permitem combater o câncer, a diabetes e doenças coronárias.
Amigável com o Meio Ambiente
Os pesquisadores indicam que as leguminosas têm a capacidade de fixar no solo entre 72 kg e 350 kg de nitrogênio ao ano. Algumas espécies liberam fósforo no campo de cultivo, reduzindo a necessidade de utilizar fertilizantes; além disso, sabe-se que estes cultivos ajudam a aumentar a matéria orgânica, a biomassa e incrementar a atividade microbiana no chão. Graças a estas características, a semeadura de legumes favorece a rotação de cultivos e o desenvolvimento de uma agricultura sustentável.
Aponta-se que os legumes permitiriam reter maior quantidade de água no chão e ajudariam a reduzir a erosão eólica e hídrica.
Pesquisadores indicaram que algumas espécies podem ser melhoradas e modificadas para crescer em entornos difíceis. Espera-se um aumento da temperatura global que poderia afetar os cultivos de legumes, mas os pesquisadores poderiam trabalhar para modificar certas espécies e conseguir que se desenvolvam em ambientes mais quentes.
Benefícios econômicos
Os legumes são grãos secos, que podem ser armazenados por longos períodos de tempo sem perder suas propriedades nutritivas. Esta característica permitiria o transporte a regiões de difícil acesso, permitindo que pessoas com recursos escassos disponibilizem de alimentos essenciais para obter uma nutrição adequada.
Os agricultores que decidam cultivar legumes poderão conseguir maiores ganhos por sua colheita, pois anualmente destinam-se 11 milhões de toneladas à venda e o preço destes grãos duplica ou triplica o preço dos cereais.
Os estudantes da área Nutrição da FUNIBER pesquisam sobre o consumo de frutas, verduras e legumes para que as pessoas possam manter dietas saudáveis.

Aprovam a comercialização de salmão transgênico nos Estados Unidos

Funiber salmão transgênico

A medida poderia abrir precedentes para a venda de carne de outros animais transgênicos.

Recentemente, a Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) aprovou a comercialização do salmão modificado geneticamente pela empresa AquaBounty Technologies, considerando que é “nutritivo”e “seguro para o consumo humano”. O organismo regulador indicou que não existem diferenças biológicas relevantes entre o animal transgênico e seus similares silvestres, portanto, não requereria uma rotulagem especial.
O novo peixe, conhecido como “AquAdvantage Salmon” foi modificado geneticamente para crescer até o tamanho adulto entre 16 ou 18 meses, superando com vantagem os 30 meses que leva para crescer um salmão que não é transgênico.
A FDA aprovou a solicitação da Aquabounty Technologies considerando que a produção destes animais geneticamente modificados não afetaria de maneira significativa os Estados Unidos em termos ambientais. O organismo regulador indicou que a empresa conta com várias medidas de contenção em suas instalações no Panamá e Canadá, com o qual se garantiria que é “extremamente improvável que os peixes possam escapar e se estabelecer na natureza”.
Descontentamento público
Grupos de ambientalistas e defensores de direitos do consumidor indicaram que os compradores desejam saber que estão adquirindo carne de um animal que foi geneticamente modificado. Por essa razão, seria necessário etiquetar os produtos e derivados que contenham carne do Aquadvantage Salmon, mas a FDA indicou que a rotulagem é voluntária para as empresas.
A organização Amigos da Terra (Friends of Earth) assegura que obteve o compromisso de 60 cadeias de supermercados, com nove mil lojas nos Estados Unidos, para não vender o novo salmão.
Ainda não se sabe a data em que o salmão poderá ser comercializado nos Estados Unidos, mas, em 2010, a Aquabounty informou que, após a aprovação, a comercialização do produto poderia levar mais alguns anos.
As pessoas que se opõem à venda do salmão transgênico afirmam que a autorização da FDA poderia abrir as portas para a venda de outros animais modificados geneticamente como vacas, frangos ou porcos.
Os relatórios da FDA mencionam que comer a carne de peixes geneticamente modificados é seguro, mas seriam necessários mais estudos sobre os efeitos do consumo de carne de peixes transgênicos a longo prazo. Os estudantes da Área de Nutrição da FUNIBER estão atentos aos relatórios que indicam os efeitos do consumo de produtos transgênicos na saúde das pessoas, para oferecer as melhores recomendações sobre alimentação a seus pacientes.

Açúcar e sacarina devem ser consumidos com moderação

Funiber açúcar

Os adoçantes não são uma solução definitiva para o açúcar, é necessário cuidar da dieta.

As pessoas que desejam controlar seu peso procuram consumir apenas pequenas quantidades de açúcar. Aqueles que desejam reduzir a ingestão de calorias sem sacrificar o sabor de seus alimentos optam por utilizar adoçantes, como a sacarina. Ambas as opções são válidas, mas os profissionais da saúde recomendam que o melhor é cuidar da dose de açúcar ou sacarina acrescentada aos alimentos.
Durante o último congresso da Sociedade Espanhola para o Estudo da Obesidade (Seedo), os especialistas discutiram sobre os benefícios de ingerir açúcar ou sacarina.
Miguel Ángel Martínez-González, professor de Medicina Preventiva e Saúde Pública da Universidade da Navarra, considera que os adoçantes podem proporcionar às pessoas uma “pequena ajuda”, mas pouco serve reduzir as calorias nas bebidas se não cuidarmos da dieta. Não tem sentido usar sacarina para o café depois de comer peru e doces no Natal, destaca o especialista.
O segredo está em manter o equilíbrio entre as calorias que ingerimos e a atividade física que realizamos. Pode-se dar preferência à sacarina por ter menor quantidade de calorias, mas no caso de uma pessoa magra e praticante de esportes, o professor recomenda o uso do açúcar.
Os profissionais da saúde concordam que é necessário controlar a dose de açúcar ou adoçantes que ingerimos, o problema está no excesso. Neste sentido, as bebidas açucaradas podem constituir um grande risco para a saúde, considerando que alguns estudos indicam que o consumo excessivo dessas bebidas aumenta o risco de padecer de obesidade, diabetes, osteoporose e outros males.
Carmen Gómez-Candela, chefe da Unidade de Nutrição Clínica e Dietética do Hospital Universitário La Paz, em Madri, opina que é preciso cuidar, inclusive, da quantidade de adoçantes ingeridos, considerando que este ingrediente é incorporado em muitos tipos de alimentos. A pesquisadora recomenda que as pessoas que decidem seguir uma dieta saudável consumam açúcar, porque os adoçantes “não deixam de ser aditivos artificiais”.
Os pesquisadores sugerem que se promova uma maior educação nutricional para que as pessoas tenham um melhor critério para escolher os alimentos que ingerem.
Os estudantes da Área de Nutrição da FUNIBER recebem formação para proporcionar recomendações sobre as melhores combinações de alimentos que uma pessoa pode consumir para manter sua saúde em ótimo estado.

Comissão europeia regulamenta o uso de gorduras trans

Funiber gordura trans

Relatório aponta que a via legal será a melhor para regular o consumo de gorduras artificiais

Em junho, a Agência Americana de Medicamentos e Alimentos (FDA, por suas siglas em inglês) estabeleceu um prazo de três anos para erradicar as gorduras trans de todos os alimentos comercializados nos Estados Unidos, com a intenção de prevenir cerca de 20 mil enfartes de miocárdio e 7 mil mortes por doenças cardiovasculares. Na Europa, não se estabeleceu uma norma comum para regular o uso das gorduras trans, apenas quatro países – Dinamarca, Letônia, Áustria e Hungria- têm leis para controlar o uso das gorduras artificiais.
As gorduras trans aumentam o risco de doenças cardíacas, reconhecidas como a principal causa de mortes na União Europeia (UE). A Europa está perdendo a batalha contra as gorduras trans e os especialistas consideram que a única forma de limitar seu uso é pela via legal.
Em dezembro do ano passado, a Comissão Europeia emitiu um relatório no qual se analisa o uso de gorduras trans nos 28 países que formam parte da Comunidade Europeia, mas não se estabeleceram medidas concretas para restringir o uso das gorduras hidrogenadas.Entretanto, indica-se que os países membros da UE expressaram que, frente à inércia da UE, estão preparados para estabelecer regulamentações nacionais que limitem a exposição da população às gorduras trans.
O estudo indica que em alguns países, como a Lituânia, Letônia, Estônia, República Tcheca, Malta, Finlândia e Croácia, as taxas de mortes por doenças coronárias oscilam entre 20% e 35% do índice total. Os pesquisadores recomendam estabelecer normas restritivas, considerando que os níveis de mortes por motivos cardiovasculares reduziram-se na Dinamarca depois que se introduziu a lei que proíbe o uso de gorduras trans.
De acordo com o documento, uma regulamentação efetiva permitiria proporcionar ao público opções de alimentos mais saudáveis, sem a necessidade de distinguir alimentos com menores quantidades de gorduras trans. A medida permitiria proteger toda a população, incluindo os grupos mais vulneráveis.
Os estudantes da Área de Nutrição da FUNIBER mantêm-se atentos aos estudos destinados a regulamentar a alimentação dos consumidores, para proporcionar as melhores recomendações a seus pacientes.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Agência proíbe lotes alterados de medicamento para hipertensão

27 de janeiro de 2016
Uma alteração na fórmula de composição de diversos lotes do medicamento NATRILIX®  1,5 mg SR (indapamida) – comprimido revestido de liberação prolongada, sem o conhecimento prévio da Anvisa, gerou a suspensão do produto.
O medicamento é indicado para o tratamento de hipertensão arterial essencial.
Os Laboratórios Servier do Brasil Ltda. fabricantes do produto mudaram a composição do comprimido deixando de utilizar o insumo farmacêutico HPMC 15000 MPAS, compensando com quantidade adicional do insumo farmacêutico HPMC 4000 MPAS.
Como a alteração feita pela empresa não teve anuência prévia da Agência, a eficiência do comprimido pode ter sido afetada.
Confira os lotes suspensos
3003185, 3003432, 3003441, 3003442, 3003717, 3003573, 3003574, 3003575, 3003718, 3003719, 3003720, 3003721, 3003874, 3003875, 3003876, 3003877, 3004019, 3004021, 3004022, 3004023, 3004024, 3004213, 3004214, 3004215, 3004216, 3004415, 3004416, 3004417, 3004418, 3004419, 3004612, 3004613, 3004614, 3004615, 3004697, 3004698, 3004699, 3004700, 3004909, 3004910, 3004911, 3004912, 3004913, 3005016, 3005017, 3005018, 3005019, 3005222, 3005223, 3005224, 3005225, 3005498, 3005499, 3005500, 3005501, 3005502, 3005687, 3005688 e 3005689
A medida está na Resolução 220/2016, publicada quarta-feira (27/1), no Diário Oficial da União (DOU).

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Tire suas dúvidas sobre a vacina da dengue



1 - Pessoas com menos de nove anos e mais de 45 podem tomar a vacina?
A vacina está aprovada para uso pediátrico e adulto, dos nove aos 45 anos de idade. Os limites de idade foram determinados com base, principalmente, nas informações de segurança da vacina, obtidas durante a realização dos estudos clínicos. Para crianças com menos de nove anos, o risco de complicações mais sérias ainda não foi determinado; para aqueles com mais de 45 anos de idade, não há dados suficientes para garantir a segurança da vacina.
O médico responsável poderá avaliar o risco/benefício de se utilizar a vacina em idades diferentes das recomendadas no texto da bula.

2 - Se eu tiver acabado de fazer 46 anos, posso tomar a vacina?
Como esclarece a pergunta anterior, vacina está aprovada para uso pediátrico e adulto, dos nove aos 45 anos de idade. O uso em idades diferentes das recomendadas no texto de bula deve ser discutido com o médico, que avaliará o risco/benefício da utilização da vacina.

3 - Minha filha, filho, sobrinho etc. ainda vai ter oito anos quando lançarem a vacina, mas completará nove anos logo em seguida. Ela(e) pode ser imunizada(o)?
Como a vacina está aprovada para uso pediátrico e adulto, dos nove aos 45 anos de idade, não deve ser administrada em crianças com menos de nove anos de idade Isto porque os dados clínicos disponíveis não são suficientes para concluir sobre o risco/benefício da vacinação nesta faixa etária. O uso da Dengvaxia® em idades diferentes das recomendadas no texto da bula deve ser discutido com o médico, que avaliará o risco/benefício da utilização da vacina.

4 - A vacina também imuniza contra a Chicungunya e contra o Zica vírus, transmitidos pelo Aedes aegypti?
A vacina não protege contra os vírus Chikungunya e Zika.
A Dengvaxia® é uma vacina utilizada para ajudar a proteger contra a dengue causada pelos sorotipos 1, 2, 3 e 4 do vírus da dengue. A vacina é aplicada em adultos, adolescentes e crianças dos nove aos 45 anos de idade que moram em áreas endêmicas (áreas em que a dengue esteja sempre presente).

5 - Se eu tomar duas doses da vacina e esquecer de tomar a última, estarei imunizado?  se eu tomar apenas uma dose, a vacina vai fazer efeito?
O esquema de vacinação aprovado consiste de três injeções a serem administradas em intervalos de seis meses.
A vacina começa a fazer efeito a partir da primeira dose. No entanto, a eficácia só foi demonstrada após a aplicação das três doses.

6 - Qual deve ser o intervalo entre as doses da vacina?
O esquema de vacinação consiste de três injeções a serem administradas por via subcutânea, em intervalos de seis meses.

7 - A vacina é contra indicada para pessoas com algum tipo de alergia?
A vacina é contraindicada para uso por pessoas que são alérgicas (hipersensíveis) aos princípios ativos ou qualquer outro ingrediente da Dengvaxia® e por pessoas que desenvolveram uma reação alérgica após a administração prévia da Dengvaxia®. Os sinais de uma reação alérgica podem incluir urticária, encurtamento da respiração e inchaço do rosto e da língua.

8 - Eu já tive dengue. Posso tomar a vacina?
Sim, pode. A vacina foi aprovada tanto para pessoas que nunca tiveram dengue  como para aquelas que já tiveram a doença.

9 - Se eu estiver com dengue, posso tomar a vacina?
Não. A vacina não trata a doença, ela a previne. Com o restabelecimento da saúde, a vacinação pode ser considerada, após avaliação do médico.

10 - Grávidas podem tomar a vacina?
Não, essa é uma contraindicação da vacina. Dengvaxia® é uma vacina de vírus vivo atenuado e contraindicada a grávidas. As grávidas não foram avaliadas nos estudos clínicos.

11 - A vacina dá febre? Quais os principais efeitos colaterais?
É possível que a vacina provoque febre e outros efeitos adversos, embora isso não ocorra com todas as pessoas. As reações adversas mais frequentes observadas nos estudos clínicos foram febre, dor de cabeça, dor no local da injeção, mal-estar e dor muscular. Outras reações comuns foram reações no local da injeção, como vermelhidão, hematoma, inchaço e coceira. Reações mais raras foram: endurecimento no local da injeção, doença semelhante à gripe, dor no pescoço, dor nas articulações, vermelhidão intensa, urticária, náusea, dor na boca e garganta, tosse, nariz escorrendo, tontura, enxaqueca, inchaço dos linfonodos (linfoadenopatia) e infecção do trato respiratório superior (nariz, boca, faringe e laringe).

12 - Posso doar sangue depois de tomar a vacina?
Como a vacina contra a dengue é uma vacina com vírus vivos atenuados, é necessário aguardar um período de quatro semanas após a vacinação para realizar a doação de sangue.

13 - Quanto dias depois de tomar a vacina estarei imunizado e protegido contra a dengue?
Como o esquema de vacinação consiste de três doses que devem ser administradas em intervalos de seis meses, a proteção contra a doença será atingida após a administração do esquema completo de três doses, ou seja, um ano depois da administração da primeira dose.

14 - Mesmo depois de tomar a vacina devo continuar usando repelente contra o mosquito?
Sim. a vacinação não é um substituto para a proteção contra as picadas de mosquitos. Devem ser tomadas as precauções apropriadas para prevenção das picadas de mosquito, incluindo o uso de repelentes, roupas adequadas e redes de proteção contra mosquitos. A vacina apenas oferece proteção contra a dengue causada pelos sorotipos 1, 2, 3 e 4 do vírus da dengue. O mosquito transmissor da dengue é ainda responsável pela transmissão de outros vírus, como o Zika e Chikungunya, para os quais a vacina contra a dengue não oferece proteção.

15 - Quem não deve usar a vacina?
Crianças com menos de nove anos, mulheres grávidas ou que estejam amamentando, pessoas alérgicas aos componentes da vacina, pessoas que tenham fenilcetonúria e aquelas com um sistema imunológico enfraquecido ou que recebam orientação médica específica.

16- A vacina pode causar dengue hemorrágica?
Não. Nos estudos clínicos, a vacina reduziu consideravelmente os casos de dengue grave e de febre hemorrágica da dengue.

17 - Qual a composição da vacina?
A vacina é constituída por vírus vivos atenuados obtidos por tecnologia de DNA recombinante, combinando o vírus atenuado da febre amarela e os quatro sorotipos dos vírus da dengue.

18 - Posso tomar outras vacinas junto com a vacina contra a dengue?
A Dengvaxia® não deve ser administrada com nenhuma outra vacina ou produto farmacêutico injetável.
Nenhum estudo específico foi realizado sobre a administração concomitante da vacina contra a dengue e de qualquer outra vacina ou produto farmacêutico.
Após a avaliação médica, caso seja necessário administrar concomitantemente alguma outra vacina ou produto farmacêutico, devem ser usadas seringas e agulhas diferentes, e  a aplicação deve ser feita em diferentes partes do corpo.
Nos estudos clínicos, a vacina reduziu consideravelmente os casos de dengue.